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Amazon: Tecnologia transforma memória em arte


Experiência Une Tecnologia e Arte
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Neste case de marketing de experiência, utilizamos tecnologia e wearables em uma ação da Amazon Prime

Imagine se fosse possível transformar os sentimentos que uma forte memória nos desperta em uma obra de arte única, contando com a ajuda da tecnologia? Foi exatamente este o desafio que topamos junto à Bolha, estúdio de tecnologia da Questtonó, e que se materializou neste case potente de marketing de experiência. Em parceria com a agência DOJO, criamos uma ação para alavancar a divulgação da nova produção da Amazon Prime no Brasil, o filme Chemical Hearts.

Tecnologia e wearables criam experiência de impacto

O projeto todo foi concebido e entregue em apenas uma semana pela nossa equipe. A proposta era produzir uma experiência de impacto ligada à memória e as transformações pessoais vividas durante a juventude, mesmo tema do filme. Para isso, pessoas reais foram convidadas a compartilhar quais foram os momentos que mais marcaram sua adolescência.

A medida em que os convidados refletiam e contavam as suas histórias, dispositivos vestíveis (wearables) captavam os diferentes estímulos dos participantes e traduziam os dados em uma obra de arte abstrata, cheia de cores pulsantes, exposta em grandes telas digitais, bem diante de seus olhos.

 

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Para a ação, foram utilizados sensores neurais que indicavam o estado de alerta e atenção, e até mesmo a sensação de relaxamento e tranquilidade dos participantes. Também foram utilizadas pulseiras que mediam a oscilação dos batimentos cardíacos, e um microfone, para que o tom e a frequência das vozes também fossem analisados.

A partir dessas análises, o time de Bolha produziu um potente código algorítmico que serviu de input para a “arte generativa” – nome dado ao tipo de arte criada por meio de um sistema autônomo.

Experiência com tecnologia permite novas possibilidades de marketing

“O marketing de experiência é uma ação de nicho, mas com grande potencial de se tornar viral”, explica Nagib Nassif, CEO de Bolha e CTO da Questtonó. Em menos de um mês de divulgação, o vídeo da ação já ultrapassava 100 mil visualizações nos canais de comunicação da Amazon Prime no Brasil.

“Você atinge menos pessoas que um comercial tradicional veiculado na televisão, por exemplo. Mas toda pessoa que você atinge nunca mais vai esquecer da ação, porque ela participou da experiência de fato, e passa a compartilhar a sua experiência. Por meio dessa estratégia você consegue construir uma relação de empatia com o seu público”.

O projeto só foi possível por conta do repertório que o estúdio de tecnologia já traz de outros projetos envolvendo wearables e IoT. “Para projetos mais fora do comum, como esse, a gente já sabe qual o tipo de tecnologia funciona ou não, estamos mais familiarizados com o risco”, completa Nassif.

Além de tangibilizar a proposta da agência DOJO, a entrega consistiu em desenhar o projeto, a interface e toda a experiência dos entrevistados.

“Um projeto como esse traz para o cotidiano técnicas e conhecimentos novos para a gente, e isso enriquece os nossos touchpoints. Usar a tecnologia para produzir obras de arte é um novo cenário. Isso faz a gente pensar em como a gente ainda pode evoluir nas experiências e pesquisas com o uso de sensores e wearables”, finaliza o CTO Nagib Nassif.

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